segunda-feira, 27 de maio de 2013

Wes Craven

Wes Craven (2 de agosto de 1939 em Cleveland, Ohio) é um realizador, produtor, argumentista e editor de cinema norte-americano, célebre por ter criado as famosas séries de filmes de terror Pânico e A Hora do Pesadelo.

Filmografia


    •    2011 - Scream 4
    •    2010 - My Soul to Take
    •    2006 - Paris, je t'aime
    •    2005 - Red Eye
    •    2005 - Amaldiçoados
    •    2000 - Scream 3
    •    1999 - Music of the Heart
    •    1997 - Scream 2
    •    1996 - Scream
    •    1995 - Vampire in Brooklyn
    •    1994 - Wes Craven's New Nightmare
    •    1993 - Body Bags
    •    1991 - The People Under the Stairs
    •    1990 - Night Visions (Série de TV)
    •    1989 - Shocker
    •    1988 - The Serpent and the Rainbow
    •    1986 - Deadly Friend
    •    1986 - Casebusters (TV)
    •    1985 - The Hills Have Eyes Part II
    •    1985 - Chiller (TV)
    •    1984 - A Nightmare on Elm Street
    •    1984 - Invitation to Hell (TV)
    •    1982 - Swamp Thing
    •    1981 - Deadly Blessing
    •    1978 - Stranger in Our House (TV)
    •    1977 - The Hills Have Eyes
    •    1972 - Last House on the Left

 Dario Argento


Filho do famoso produtor italiano Salvatore Argento e da fotógrafa brasileira Elda Luxardo, Dario tem entre suas maiores influências os livros de capas amarelas (Giallo), extremamente populares com histórias de assassinatos em série, mistérios, suspense e doses de terror. Centenas de filmes dos anos 70 e 80 foram baseados em contos publicados nestes livros.

Se existe hoje o estilo "Giallo" de fazer cinema na Itália, Argento é o seu maior representante. Muitos diretores italianos começaram sua carreira produzindo filmes do gênero, também conhecido como "gore" e que gerou a variante “slasher” para definir o assassino serial que persegue adolescentes, muito comum no cinemão americano dos anos 80 e 90.

Apesar da queda pelo gênero entre seus inúmeros trabalhos, vale registrar sua participação como roteirista junto com Sergio Leone e Bernardo Bertolucci no clássico do faroeste espaguetti Era uma Vez no Oeste. Pai da atriz e também e diretora Asia Argento, ele costuma fazer a narração de seus próprios filmes. Em 2009 lançou Giallo - Reféns do Medo numa clara homenagem ao estilo que o consagrou. Três anos depois experimentou o 3D com um personagem que jamais será esquecido pelos amantes do gênero horror: Drácula.



2012 Dracula (screenplay)

2009 Giallo - Reféns do Medo (writer)

2007 O Retorno da Maldição - A Mãe das Lágrimas

2005 Ti piace Hitchcock? (TV movie)

2004 Jogador Misterioso (screenplay / story)

2001 Sleepless (screenplay / story)

1998 Um Vulto na Escuridão (writer)

1997 M.D.C. - Maschera di cera (story)

1996 Síndrome Mortal (screenplay / story)

1993 Trauma (story / written by)

1991 La setta

1990 Dois Olhos Satânicos (segment "Black Cat, The")

1989 A Catedral (story and screenplay)

1987 Terror na Ópera (screenplay / story)

1986 Demons 2 - Eles Voltaram

1985 Demons - Filhos das Trevas (screenplay)

1985 Phenomena (screenplay / story)

1982 Tenebre

1980 A Mansão do Inferno (story and screenplay)

1977 Suspiria

1975 Prelúdio Para Matar (written by)

1973 Le cinque giornate (screenplay / story)

1973 La porta sul buio (TV series)

Para você que é colecionador e tem interesse em adquirir algumas dessas obras fora de catalogo no nosso Brasil, basta entrar em contato, lembrando que não ripamos nem autoramos DVDs, apenas conseguimos tais adaptações pela internet.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

 Lucio Fulci


Lucio Fulci (17 de Junho de 1927 - 13 de Março de 1996) foi um diretor, escritor e ator italiano. Talvez ele seja mais conhecido por filmes de terror, incluindo Zombi 2 (1979) e The Beyond (1981), mesmo ele tendo feito filmes de outros gêneros como giallo, velho oeste e comédia.



Biografia

Ao abandonar sua faculdade de Medicina, optou por uma carreira cinematográfica como roteirista e assistente de direção com diretores tais como Steno e Riccardo Freda, na qual trabalhou em uma ampla variedade de gêneros.
No início dos anos 70, começou por dirigir filmes Giallos, que foram ambos comercialmente bem sucedidos e controversos na sua representação da violência e da religião.
Em 1968, fez seu primeiro Fulci mistério Una sull'altra (1969) e seu sucesso foi suficiente para ganhar apoio para o seu projeto favorito Beatrice Cenci (1969), baseado em uma história verdadeira, o filme detalha o julgamento de uma jovem mulher acusada de assassinar seu pai sexualmente abusivo em meio à superstição e medo no século XVI. Um comentário sarcástico sobre Igreja e Estado.
Em 1971 e 1972, Fulci se restabelece, dirigindo dois excelentes Giallos: Lucertola con la pelle di donna, Una (1971) e os perturbadores Non si sevizia un paperino (1972). O antigo, com suas vívidas alucinações envolvendo assassinos hippies e este último, com os seus psicóticos seguidores religiosos e brutais assassinatos criança, eram - para dizer o mínimo - polêmicos.
Na lista negra (embora brevemente) e desprezado na sua pátria, Fulci encontrou trabalho na televisão com o filmes de Aventura. Em 1979, sua carreira cinematográfica atingiu outro ponto alto, ao invadir o mercado internacional com Zombi 2 (1979) (Zombie, A Volta dos Mortos) que tinha sido lançado na Itália como Zombi. Com as flamejantes imagens e gráficos, o filme criou uma marca gore de Fulci como diretor por excelência.
Ao longo dos próximos três anos, Fulci multiplicou seu comércio com elegância, rival mesmo da popularidade de seu "adversário" Dario Argento, com tais sanguinários clássicos como Paura nella città dei morti viventi (1980) e E tu vivrai nel terrore - L'aldilà (The Beyond, 1981).
Muito do seu trabalho a partir de meados da década de 80 em diante é decepcionante, para dizer o mínimo, mas um pouco do seu brilho pode ser visto em obras como Murderock - uccide um passo di Danza (1984) e Miele del diavolo, Il (1986). Gatto nel Cervelló, Un (1990), uma das últimas obras que continua a ser uma das suas mais originais.
Em muitos de seus trabalhos, Fulci também demonstrou ser um encantador e competente ator, fez alguns papéis muitas vezes como um detetive ou médico figurante.
Lucio Fulci faleceu em sua casa em 13 de março de 1996 aos 68 anos. Foi diabético a maior parte de sua vida adulta. Ele inexplicavelmente se esqueceu de tomar a sua insulina antes de dormir. Alguns consideram a sua morte um suicídio, outros acham que se tratou de um acidente, mas todos os seus inúmeros fãs estão de acordo que foi uma tragédia. Não há como negar que ele era único.
Apesar dos anos de ataques por muitos críticos de filmes, na seqüência de um grande renascimento no culto cinematográfico dos últimos anos, Lucio Fulci ganhou um novo aspecto, e é atualmente considerado como um grande diretor de cinema de Horror, com alguns filmes a serem proclamados "obras”. Ele também recebeu elogios por seu estilo único de filmagem.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Remake porquê?

Não querendo ser repetitivo, pois, já li tais comentários em outros locais, mas, tenho uma ideia particular sobre remakes, ideia esta, que por sua vez, não é inédita nem tão particular assim, tendo em vista que diversas pessoas pensam da mesma forma, ou seja, se o filme original é ótimo porque fazer um remake?

Acredito haver respostas plausíveis tal equivoco vejamos:

  1. Falta de ideias, vale dizer criatividade para a criação de filmes novos.
  2. Lucrar com o que já foi feito.
  3. A criação de um remake levando em consideração a tecnologia (efeitos especiais), nesse seara, acredito que tal regravação deveria ser idêntica ao original no tocante ao roteiro, todavia, isso não ocorre.
  4. E por fim, dar a chance aos novos amantes do gênero fantástico assistir aos clássicos refilmados, porém todos os amantes do terror mesmo os mais novos devem começar pelos clássicos (assim penso)

Valer ressaltar algumas dicas sem pretensão de serem regras:

Assistam, todos os subgênero do terror: Gore - Splatter, Trash etc. Independente da denominação até porque acredito ser desnecessária para quem assiste, valendo apenas para quem escreve a respeito do tema.

Vejam os remakes, contudo, olhem com carinho os originais e comparem se há ou não o mister da regravação.

Na maior parte dos remakes ponto mais fraco é roteiro desvirtuado por adições desnecessárias. 

Finalizando, dos remakes que assisti nem um superou o original, melhor dizendo:

O original não se "desoriginaliza".